

Coisas e Gentes da Nossa Terra
OBRAS DE INTERESSE PÚBLICO:
Sede da Junta de Freguesia:
Construção iniciada em 1980, na presidência da Junta de Freguesia de Osvaldo Fernandes Ribeiro, em terrenos do logradouro da Casa Paroquial, doados pela Igreja. Os trabalhos tiveram continuidade na administração da Junta seguinte, presidida por Domingos José Mosca Teixeira (1981/1982), vindo a ser concluída, mobilada e inaugurada, já na Junta de Freguesia presidida por Manuel Guedes. Os fundos e outros apoios para esta obra vieram da Câmara Municipal e do Ministério da Administração Interna.
A inauguração aconteceu em 10/08/1986, com toda a pompa e circunstância. Teve a presença honrosa, entre muitos convidados, os Ministros (do primeiro Governo do Prof. Dr. Cavaco Silva): Engº. Eurico de Melo, que inaugurou, Ministro da Administração Interna e ainda, Vice – Primeiro Ministro, e o da Saúde, Drª. Leonor Beleza e respectivos Assessores. Também o Governador Civil, vários Presidentes de Câmara e Juntas de Freguesia, etc.
A ampliação da Sede da Junta, anexo contíguo, agora Sede do Rancho Folclórico no rés-do-chão e Posto de Análises Dr. Cerqueira da Mota, no primeiro andar, começou em 1988, mas só em 1991 é que veio a ser concluída.
Esta obra foi iniciada e concluída na presidência da Junta de Freguesia de Manuel Guedes, onde alguns subsídios do Estado, nomeadamente do Desporto. Esses donativos foram canalizados para essa construção, através da Associação constituída por Escritura Pública em 18/05/1988, denominada “Associação Recreativa e Cultural e Melhoramentos de Santa Valha”, já que estava em vista a constituição da secção de futebol e ao mesmo tempo, a legalização de um grupo de futebol, que incluísse as camadas jovens.
Foi assim então que nasceu oficialmente o Grupo Desportivo de Santa Valha. O Clube foi inscrito na Associação de Futebol de Vila Real (AFVR) e participou nos campeonatos Distritais das camadas de iniciados e juvenis, na época de 1988/1989. A partir dessa data nunca mais vindo a participar a nível federativo (ver link desporto e cultura). O rés-do-chão deste anexo foi até 2002/2003, sede do Grupo Desportivo.
O Posto de Análises Clínicas funcionou inicialmente nas instalações do Posto Médico, no primeiro andar da Sede da Junta.
Nota: Ver fotos da inauguração no Link Junta de Freguesia “ Inaugurações”.
Posto Médico:
Instalado na Sede da Junta de Freguesia, foi inaugurado em 10/08/1986, ou seja, no mesmo dia da Sede da Junta, pela Ministra da Saúde, Leonor Beleza, e outras individualidades ligadas a esse Ministério.
Estiveram também presentes (todos) os convidados da inauguração da Sede da Junta. O primeiro médico a exercer (duas vezes por semana) foi o Dr. Alexandre e o funcionário administrativo foi o Sr. Laurindo de Vilarandelo. Seguiu-se no ano seguinte a Drª. Natália Leitão e a Dª. Olímpia Mendes como administrativa. (Ver Link – Inauguração da Sede da Junta).
Jardim da Praça:
Foi construído em 1988, em parte de terrenos cedidos pela Casa paroquial, que sobraram da construção da Sede da Junta. Inicialmente tinha no seu centro, uma Taça construída com areia e cimento e com um repuxo de água, vindo a ser substituída já na presidência da junta de Jorge Castro, por uma outra, que simboliza algo da cultura da freguesia, como é um moinho antigo em ferro de um lagar de azeite e um motor de marca “Lister”, que o fazia mover. Também, e sobretudo, a falta de água no período do verão, contribuiu para esta alteração.
Coreto da Banda da Música:
O primeiro foi construído em pedra, nos anos de 1958 ou 1959, depois transferido para junto da entrada da Adadia/Casa paroquial, hoje local onde se encontra Sede/Café do Rancho, no início da década de 1970. O actual e moderno Coreto que hoje temos, foi construído em 1997 num local onde se encontrava um pequeno e antigo armazém, adquirido pela Junta de Freguesia a José Ribeiro. Tratou-se de um projecto de âmbito cultural filarmónico, que pensamos ter sido apoiado pelas Câmaras Municipais e pela Comunidade Europeia a nível nacional.
Centro de Dia para Idosos:
Construído nos anos de 2008 e 2009, no local do antigo Jardim-de-Infância, com o fim de servir de Centro de Dia para Idosos. Desde meados de 2009 que aguarda a inauguração para que foi destinado. Tem ainda um outro edifício de apoio, a requalificada (antiga) escola primária, dividida em duas alas, uma para sala para apoio de actividades como descanso e convívio dos idosos do Centro de Dia, e a outra, para substituir o actual Posto Médico, que está instalado desde 1986 na Sede da Junta de Freguesia, também conhecida por Cada do Povo. As obras na antiga escola e todo o espaço envolvente foram concluídas em finais de 2010.
Todo este investimento, orçado em mais de 400 mil euros, foi suportado integralmente pela Câmara Municipal. A gestão foi entregue à Santa Casa da Misericórdia de Valpaços, que aguarda, desde finais de 2010, a celebração do protocolo com a Segurança Social, para abrir o espaço.
Era pretensão inicial do povo de Santa Valha e até da Junta de Freguesia que a sua gestão fosse feita pelo povo da terra, através de uma Associação fundada em 16/04/20003, denominada Casa do Povo de Santa Valha, que nunca exerceu qualquer actividade para que foi criada. Para esse efeito, (Março de 2009,) procedeu de imediato por uma Comissão Administrativa constituída, à legalização dos associados, tendo em vista logo a seguir a convocatória de uma Assembleia Geral. Nessa mesma Assembleia, realizada no mês de Abril, foram eleitos os Corpos Sociais e revistos e aprovados os Estatutos. No início de 2010, foi apresentado o projecto nos termos da Lei (sistema das IPSS), à Segurança Social.
Entretanto e atendendo às sucessivas alterações na legislação da Lei por parte do Estado, e ainda, e sobretudo, de algumas exigências por parte da Administração Central da Segurança Social, não previstas no início do processo e impossíveis de cumprir pela Direcção, foi abandonada a ideia da administração directa, e entregue a gestão à Santa Casa da Misericórdia, visto esta instituição de solidariedade já reunir todas as condições exigidas.
Apesar destas obras já terem sido vistoriadas pelos serviços da Segurança Social de Vila Real em Novembro de 2010, o que é certo, é que já estamos em Fevereiro de 2012, e data da inauguração oficial do investimento e abertura do Centro de Dia, é ainda desconhecida, não obstante os inúmeros esforços feitos nesse sentido, quer pelos Corpos Sociais da Casa do Povo, Junta de Freguesia e Câmara Municipal, quer ainda pela própria Santa Casa da Misericórdia. Já quando à transferência do Posto Médico, informaram-nos que se aguarda para muito breve.
Consta-se que a dificuldade, não só desta abertura, como de outras do género em todo o Concelho de Valpaços, poderá estar na crise financeira do Estado que actualmente está a atravessar, particularmente ao nível da Segurança Social.
Antigas Instalações da Escola Primária/Ensino Básico/1º.Ciclo
Obras de Reconversão/Requalificação para instalação do Posto Médico e Apoio ao Centro de Dia. Iniciadas no ano de 2009 e concluídas em finais de 2010.
Em Fevereiro de 2012 ainda se aguarda a inauguração dos dois espaços.
Estada (Nacional) e Cantoneiros:
Rompimento: 1933/1934. Antes do rompimento da estrada, havia um caminho vicinal muito sinuoso que ligava Vilarandelo a Santa Valha, que passava entre as vinhas de João Atanázio, as propriedades de Gilberto José Cardoso, Antero Augusto Cagigal Neves, Ricardo Manuel Moreiras e outros; atravessava o ribeiro do Calvo e ia ligar-se ao caminho que vai dar às casas do Calvo, perto do Cruzeiro/Capelinha do Senhor da Boa Morte. Daqui, seguia pelo caminho que vai dar ao Bairro dos Ciprestes. Se fizermos uma visita ao local ainda podemos ver parte desse antigo caminho, dos trilhos, e das pedras para atravessar o ribeiro.
Em 1922 foi arranjado esse caminho velho de Santa Valha a Vilarandelo, à custa do povo de St.Valha, sendo regedor e principal impulsionador dos trabalhos o então regedor Manuel António Alves, conhecido por Senhor “Manuel da Freixa”, avô materno do Dr. Agostinho Alves Nogueira. O regedor podia intimar as pessoas de acordo com os seus bens, a ir trabalhar para o caminho ou mandar alguém por si.
Contaram-nos também que todo o rompimento da estrada (nova) de 1933 e 1934, foi feito pelos braços humanos e ajuda de animais, e que o cilindro para calcar o piso de terra e saibro, era puxado por bois dos lavradores da aldeia, e ainda que houve um proprietário abastado de Santa Valha, chamado João Fernandes, dono de todas as casas do pátio do bairro do Sobreiró, que ofereceu pessoalmente cinco contos; muito dinheiro para a época!
O primeiro piso de Alcatrão da então estrada nova, foi aplicado em 1973, mas só até St. Valha. Três ou quatro anos mais tarde, o alcatroamento seguiu até ao cruzamento da Lampaça. A nova e última intervenção, piso betuminoso de asfalto, incluindo algum alargamento da estrada e da ponte do Calvo, verificou-se nos anos de 1997e 1998.
A primeira viatura a circular na estrada e a entrar em Santa Valha, (1934) foi a furgoneta (pequena carrinha de mercadorias), de Manuel Pinheiro de Valpaços, e logo a seguir, a de José Doutel e Mitras de Vilarandelo. Ambas as viaturas, ao chegar ao cruzamento do Cruzeiro/Fornos do Pinhal, como ainda não havia o seguimento que conhecemos, estas viaturas, seguiram pelo caminho que dá acesso ao povo pelo Bairro dos Ciprestes. A aldeia “parou” para ver este acontecimento.
Depois da construção/rompimento da estrada, o Estado (extinta “Junta Autónoma das Estradas”), necessitou de dois trabalhadores “Cantoneiros” para a manutenção e conservação da mesma. Em Santa Valha foram dois: Abel Barros, que fazia a conservação até Vilarandelo, e Rodolfo Alves, que fazia o troço até Sonim, ambos já falecidos. Após a aposentação/reforma, finais da década de 1970, deixou de haver cantoneiros na nossa estrada.
Estes funcionários, tinham, na altura, poderes conferidos pelo Governo para poder efectuar algumas multas, como os (eixos) dos carros de bois a chiar e quando as rodas destes e os animais pisavam junto à berma da valeta da estrada.
As ligações que existiam antigamente na nossa aldeia para Fornos do Pinhal e as nossas anexas de Pardelinha e Gorgoço, eram servidas por fracos caminhos vicinais e agrícolas, só um pouco melhorados com o rompimento dos estradões, a partir das seguintes datas:
Pardelinha: 1947/1948; Gorgoço: Década de 1980 e Fornos do Pinhal: 1960/1961. Estas vias só foram melhoradas a primeira vez em meados da década de 1980, com a aplicação de piso em alcatrão.
Pontes da Estrada Nacional:
A ponte principal do Rio Calvo, pensamos ter sido construída no início da década de 1900, ou seja, trinta e poucos anos antes do rompimento da estrada que passa por cima dela e que terminou na altura em Sonim. Contudo só em finais da década de 1960 ou início de 1970 é que o rompimento e a finalização se deu até ao cruzamento de Vilartão/lampaça, com o apoio importante de uma pessoa muito influente de Barreiros, casado em St. Valha, António Pires de Morais Soares, entretanto já falecido, que tinha muitos bens nessas localidades.
Ainda podemos ver escrito na ponte da Ribeira da “Avessada”, que passa perto da praça, a seguinte frase esculpida numa das suas pedras: “ Construída Durante a Ditadura Nacional – 1934 “. O alargamento do tabuleiro da ponte do Calvo, deu-se por volta de 1997 ou 1998, aquando do alargamento e nova pavimentação da estrada. Todavia, as pontes de Real-Castanheira e Lamardonda, tudo leva a querer que foram construídas na mesma data da ponte da ribeira da “Praça”, atrás referida.
Água ao domicílio e saneamento básico:
O abastecimento de água ao domicílio teve início na década de 1980 e terminou já no início de 2000.
O saneamento Iniciou-se na década de 1980, prolongando-se até ao início da década de 2000. Com o progresso da construção, particularmente na última década e meia, havia algumas ruas que ainda não estavam contempladas e que eram servidas por fossas sépticas particulares. A fase final está em curso (2010), com novos colectores de saneamento e a construção também de uma nova central de tratamento de esgotos/resíduos, já com as normas comunitárias do ambiente, na zona da eira da Coitada/Coutada, que tudo indica entrar em funcionamento em Novembro de 2011.
Pavimentação das Ruas à “ Antiga Portuguesa”:
Esta pavimentação em pedra lascada toda ela irregular trazida dos montes teve Início na década de 1980. O Presidente da Câmara Municipal, na época, foi o Dr. Manuel Sobrinho Morais, mais conhecido no concelho, por Dr. “Neca” Morais, médico de profissão. Posteriormente, início da década de 1990, é que a calçada “á portuguesa” começou a ser gradualmente substituída por paralelo/cubo de granito.
Largo de S. João:
Antes da década de 1980, existia neste largo, uma pequena fonte de mergulho, denominada por “ Fonte da Regaça” que ainda lá hoje se encontra, cuja água se destinava aos animais, e a que sobrava abastecia uma pequena poça de regadio, que servia várias propriedades agrícolas vizinhas. Um pouco mais tarde, 1983/1985, a Junta de Freguesia de então, presidida por Manuel Guedes, melhorou o espaço, com obras na fonte, aterrou a referida poça, e pavimentou todo o largo, tornando-o mais limpo, acessível e vistoso, chegando mesmo a fazer uma pequena festa de inauguração, onde foi “baptizado” com nome de largo de “ Largo de S. João”. A partir dessa data, passou a chamar-se então, largo de São João.
Largo/ Eira do Bairro dos Ciprestes:
Este largo, foi até ao início deste século (XXI), uma antiga eira de malhar cereais, propriedade privada de várias pessoas, onde existia uma pequena poça de água à superfície, que normalmente secava no verão.
Dado o estado de alguma degradação do espaço, por volta do início da década de 2000, a Junta de Freguesia, presidida por Jorge Castro, aproveitando a construção da rede de saneamento para as casas contíguas, aterrou a referida poça de água, fez obras de pavimentação de todo o largo, tornando-o, a partir dessa data, propriedade pública.
Largo do Pontão:
Este espaço, foi até ao início da década de 2000, um largo com áreas mais reduzidas, e a rua que dá ligação ao largo de cima, também bastante mais apertada.
A Junta de Freguesia, na pessoa do Presidente Jorge Castro, conseguiu sensibilizar a filha da terra, Dª. Helena Lobo Fernandes, a oferecer parte de um terreno contíguo, vindo a torná-lo bastante mais espaçoso, assim como o início da referida rua que segue.
Aproveitando este tema, lembramos também o seguinte: Antes da década de 80, no mesmo bairro, o cruzamento/curva que liga a rua das escolas/rua da fonte com o largo atrás referido, era conhecido por todos, por “Largo do Eiró”, mas hoje só os mais velhos se recordam do nome. Pelo nome de “Eiró”, dá a entender, que nesse local (cruzamento/curva) se chegou outrora a malhar cereal, talvez na época dos malhos. Era também nesse pequeno largo que os ferradores costumavam ferrar os pequenos animais de trabalho. Bem perto, nas traseiras, espaço agora de Toninho Feijão e esposa Laurinda, havia também um “tronco” que servia para ferrar e apalpar (olhar como se dizia) os animais de maior porte, particularmente os bois.
Pavimentação das Ruas em paralelo de granito e Saneamento Básico:
A pavimentação das ruas e largos, teve início na década de 1990, e a conclusão deu-se já em 2009. Quanto ao saneamento básico, as obras iniciaram-se em meados da década de 1980, e a conclusão, foi no princípio da década de 2000, já na Junta presidida por Jorge Castro. Porém, a conclusão da pavimentação em betuminoso da rua bairro do Sobreiró de Cima que dá acesso à estrada, só foi concluída bastante mais tarde, Setembro de 2011.
Estradão de Monte do Ermitão ou Monte-cerdeira:
O rompimento deste estradão deu-se no início da década de 1980. Os trabalhos foram efectuados com a ajuda de um caterpillar e outras máquinas, vindos da Engenharia Militar do Exército de Espinho. Anteriormente as propriedades agrícolas do Semuro, Vale das Lousas, Sendim (Castelo), Monte Cerdeira Penada, Rachão e Avessada, eram servidas por caminhos muito sinuosos e ruins, todos eles muito trilhados pelas rodas de ferro dos carros de bois e de outros animais de trabalho.
Os dois principais: o que passava junto às Poças da Avessada (estrada de Pardelinha), e o que se iniciava perto da Capela do Senhora da Boa Morte, cruzamento com a estrada de Fornos do Pinhal, passava junto à Fraga da “Lósmia”/ Castelo, e que, um pouco mais à frente, ligava à aldeia de Monte de Arcas, que ainda hoje se continua a manter.
Ainda é possível ver nestes velhos caminhos, as marcas trilhadas e esculpidas lentamente nas rochas, que as rodas (rodeiros) dos carros dos animais de trabalho fizeram, ao longo das centenas de anos, nomeadamente dos inúmeros carros de bois, carregados com molhos de centeio para serem malhados nas eiras da aldeia.
Tanques de Lavar Roupa:
Até finais da década de 1970, ou início de 1980, só existia na nossa aldeia, um tanque público de lavar a roupa propriamente dito, situado no Br. dos Ciprestes, junto à fonte do Vilar.
A maioria das pessoas lavavam a roupa, ou em “poças” públicas, com água fornecida pelas fontes de mergulho, que também servia para regar as propriedades agrícolas, como a dos olharigos, no Br. do Sobreiró, ou em poças existentes no ribeiro que atravessa a aldeia, que raramente secava.
Em finais da década de 1970, nem mesmo o tanque do Vilar estava a funcionar como lavadouro, chegando mesmo parte da sua estrutura a ser destruída e coberta de terra, quando (pensamos) da canalização da água para as bicas do Vilar e da Praça.
Por volta de 1980, tendo em conta essa situação e a reclamação persistente do povo, a Junta de Freguesia, presidida pelo Sr. Osvaldo Ribeiro, construiu então os tanques de lavar que acharam mais necessários, como os do Br. do Pontão, Ciprestes, e Freixa.
Mais tarde, início da década de 2000, a Junta de Freguesia, presidida por Jorge Castro, construiu o tanque do Br. do Sobriró, e em meados desta década (2000), demoliu o tanque fabricado em tijolo e cimento do Br. dos Ciprestes (junto à bica) e construiu um novo, no mesmo local, com as pedras do antigo tanque que estavam enterradas, se bem que algumas ainda lá ficaram, como as da canalização da água da fonte para o lavadouro, e uma grande e bonita pia, onde os animais de trabalho bebiam. Nesse mesmo tanque, por volta de (+-) 1964, morreu afogada uma criança com dois anos de idade, de nome José Américo Moreiras, filho do (falecido) Amadeu Moreiras e de Florinda dos Anjos, e irmão dos: Ricardo, Marina, Filomena e Zé Moreiras, do Br. dos Ciprestes.
Alargamento do Largo do Sobreiró:
2008/2009. Um barracão muito antigo que serviu em tempos de palheiro, vendido á Junta de Freguesia, foi demolido para dar lugar à ampliação deste espaço. Também o chão, em cima de “rochas/fragas”, muito desnivelado, que suportava o imóvel demolido, foi nivelado, calcetado e arranjado.
Santa Valha, Site/01-03-2011
(Última actualização: Fevº. de 2012